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Por que a validação técnica é inegociável em um software de sustentabilidade e ESG

Ilustração de mulher negra com vestido colorido caminhando e usando smartphone em calçada de mosaico ensolarada

Por que a validação técnica é inegociável em um software de sustentabilidade e ESG

Desde as etapas iniciais, a análise de aderência na coleta de indicadores ESG é essencial para garantir boas práticas no processo de relato

Imagine descobrir, durante uma auditoria externa, que um indicador foi calculado com uma metodologia incorreta ou que uma informação divulgada não atende aos requisitos do framework adotado. Muitas vezes, esse problema não está na coleta dos dados, mas na ausência de inteligência técnica por trás da plataforma digital. Um software pode automatizar processos, mas, se não acompanhar a evolução das normas e não incorporar conhecimento especializado em sustentabilidade, continuará reproduzindo informações inconsistentes. Em um cenário de crescente exigência regulatória, uma solução digital ESG precisa fazer mais do que armazenar dados: ela deve contribuir para garantir a consistência, a rastreabilidade e a aderência metodológica dos indicadores.

Entre as referências, estão as normas da Global Reporting Initiative (GRI) e do Sustainability Accounting Standards Board (SASB), as recomendações da Task Force on Climate-related Financial Disclosures (TCFD) e da Task Force on Nature-related Financial Disclosures (TNFD) e o Relato Integrado (<IR>), mantidos pela IFRS Foundation. Nos últimos anos, o acervo de diretrizes à disposição das empresas foi ampliado com o lançamento das normas IFRS S1 e S2, do International Sustainability Standards Board (ISSB), e das europeias ESRS, da União Europeia. 

A pesquisa Reporting Matters Brasil 2025, desenvolvida pelo CEBDS em parceria com o Grupo Report, oferece um panorama real dos padrões adotados por empresas nacionais. Na amostra de 82 relatórios analisados:

  • 97% das publicações adotam as Normas GRI (sendo 55% no modelo “em conformidade” e 42% na abordagem “com base”).
  • 77% utilizam as Normas SASB.
  • 45% dispõem de dados que respondem às recomendações da TCFD.

Como a Central Report incorpora a validação técnica

Foi justamente para enfrentar esse desafio que desenvolvemos a Central Report. Diferentemente de plataformas que atuam apenas como repositórios de informações, a Central nasceu da experiência de uma consultoria especializada  com mais de duas décadas de experiência em normas e frameworks de sustentabilidade. Isso significa que sua evolução acompanha continuamente as mudanças nas diretrizes, nas regulamentações e nas necessidades práticas dos profissionais responsáveis pelo reporte de sustentabilidade e ESG. 

Nossa abordagem combina tecnologia, inteligência artificial e conhecimento técnico especializado. A Inteligência Artificial realiza análises preliminares de aderência aos standards e frameworks, identificando potenciais inconsistências e oportunidades de melhoria. Em seguida, especialistas realizam a validação técnica final (human in the loop), assegurando que os indicadores atendam aos requisitos metodológicos aplicáveis. Durante todo o processo, a Central Report mantém a rastreabilidade das informações, registra o histórico de alterações, organiza evidências e permite acompanhar cada etapa da coleta, da validação e da aprovação.

Preparação para a auditoria externa e asseguração de terceira parte

A gestão das evidências é especialmente relevante para relatórios verificados por terceira parte, uma prática cada vez mais presente no processo de relato. Ainda segundo a pesquisa Reporting Matters Brasil 2025, a auditoria externa (total ou parcial) contemplou 84% dos documentos analisados. Nesse processo, que normalmente ocorre nas etapas finais do projeto, a validação técnica realizada durante a coleta dos dados é crucial para evitar ajustes significativos, e a rastreabilidade das informações inseridas auxilia na checagem dos auditores. 

A essa abordagem híbrida, que confere precisão e consistência ao longo de todo o processo, soma-se a preocupação com a autonomia dos usuários. O ambiente virtual da Central Report foi desenhado para conferir agilidade e praticidade às etapas de coleta, gestão e comunicação de dados de sustentabilidade. Isso tem início desde a configuração dos indicadores no sistema: com a metodologia da linguagem simples e campos de resposta que espelham todos os requisitos previstos pelas diretrizes, os respondentes visualizam apenas os itens que devem ser preenchidos. Além disso, guias, tutoriais e canais de suporte contínuo estão disponíveis em um Help Center integrado à plataforma.

Até o momento, mais de 500 empresas realizaram seus processos de gestão de indicadores na Central Report, e muitas já utilizam o sistema como um software ESG no modelo SaaS para monitoramento contínuo, incorporando a gestão de dados de sustentabilidade à tomada de decisão. Fale com a nossa equipe de Negócios e entenda como a Central Report pode apoiar a maturidade sustentável da sua organização. 

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